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29/05/2015

BLOGS I F#*KING LOVE: AWESOME PEOPLE HANGING OUT


Hoje partilho um blog que visito de tempo a tempo. O Blog I F#*king Love de hoje é o épico Awesome People Hanging Out Together. Já existe há uns 4 anos e cruzei-me com ele em 2011. Na altura, eu tinha começado um blog no tumblr e tropecei nele por acaso. Fiquei curioso com algumas das fotos publicadas na altura, e à medida que o tempo passava o blog foi ficando cada vez melhor com mais e mais fotografias. Mas eu explico para quem não conhece:

É um blog que reúne fotografias improváveis de celebridades ou gente conhecida juntos. São uma espécie de fotografias casuais ou de bastidores. E são brilhantes. As mais antigas são as minhas preferidas.

Mas encontra-se um pouco de tudo: o Miles Davis a falar ao ouvido do Steve McQueen; o Picasso a falar com a Brigitte Bardot; a Kate Moss com o Johnny Depp e o Iggy Pop todos a beberem um copo; o Salvador Dali a beijar a mão da Raquel Welch; a Sophia Loren a mancar o peito da Jane Mansfield; a Nancy Sinatra na cusquice com a Mia Farrow; a Jane Fonda e o Alain Delon a fumarem um cigarro; o Paul Newman a tocar trompete enquanto o Duke Ellington e o Louis Armstrong tapam os ouvidos; o Hemingway à conversa com o Fidel Castro e por aí fora. Epá acho que já perceberam. São muitas e boas.

É um blog fabuloso. Verdadeiras relíquias e momentos que nos sacam um sorriso ou nos deixam a imaginar. Não sei quem é o autor ou a autora do blog, mas foi uma ideia que tem tanto de simples como genial e eu sou fã.

São tão boas que é difícil escolher uma favorita. Mas o olhar da Marilyn Monroe ali em cima para o Arthur Miller é das que mais gosto.

É clicar em qualquer uma das fotos que já vão ver.

 

28/04/2015

BACK IN STEREO

Olha olha. Voltou. Estive M.I.A. por uns tempos que é como eu gosto. E agora voltei. Com um rol de histórias para contar. Mas que não vou contar todas. Só algumas. Mas para já, é só para partilhar um vídeo sobre um tipo que gosto. Lembrei-me dele porque na semana passada por acaso vi um filme que adoro {Almost Famous} com ele e porque cruzei-me com uma entrevista dele pela Monster Children.

Chama-se Jason Lee. É ator, e para além do Almost Famous e da série My Name Is Earl, só fez foi filmes de merda incluindo esse clássico de natal da era moderna Alvin & The Chipmunks. Não faz mal. Porque o que algumas pessoas não sabem é que ele foi um skater profissional e é sócio fundador da Stereo Skateboards uma das marcas mais criativas e das minhas preferidas de skate.

Além de skater e dono de uma das marcas mais cool de skate, ele é fotógrafo e aqui nesta entrevista com o seu sócio e amigo e ex-skater profissional Chris Pastras, fala um pouco disso tudo.

E aos poucos isto volta a interessar a quem tem de interessar.

29/12/2014

E VÃO 33


Ela fez anos ontem. Sienna Miller. Ah a pinta desta mulher. A primeira vez que a vi foi num jantar em Soho em que ambos fomos convidados. Mentira. Foi no filme Alfie. Ainda hoje adoro ver esse filme só para a ver. Tem estilo que nunca mais acaba. Bonita até doer. Mulheres que querem saber o que é uma mulher gira, ponham os olhos nesta. Foi noiva do Jude Law, mas o gajo lá achou que a ama dos filhos era mais interessante e decidiu experimentar-lhe o colo. Lá pediu desculpa publicamente pela traição. Mas não se livra da reputação de otário. Ponto final.
Hoje é mãe de uma menina de 2 anos. Continua a ter uma pinta do caraças. Gravou um vídeo para a Vogue sobre a vida pacata e zen que leva {o que eu gosto daquela caneca no vídeo}.  E fez 33 anos ontem. Parabéns Sienna. You're a fucking icon.




15/12/2014

BIRTHDAY GIRL


É uma das pessoas mais fascinantes que conheço. Tem nela uma irreverência e rebeldia contagiantes e ao mesmo tempo uma aura de ingenuidade como só uma sonhadora pode ter. É o que chamo "sweet and spicy". É poética a rir. Sublime a ouvir. Desconcertante a sorrir.

Teve uma infância feliz mas interrompida por dois abalos que lhe testaram a fé. A morte do pai e da melhor amiga. Aos 10 anos teve de criar lógica no meio do que não tem lógica e se rearranjar do que não tem arranjo.

É uma lutadora e tem nela a fibra de muito poucos. Coragem para enfrentar qualquer desafio excepto animais de penas. Tem nela uma determinação capaz de mover paredes. Lutou por ela e pelo filho durante uma gravidez complicada e de risco. Tem uma fé inabalável na amizade, no amor e na vida. Sabe de música. Mas sabe mesmo. Ela a embalar o nosso filho a cantar "o menino d'oiro" do Zeca Afonso é das minhas coisas preferidas. De sempre.

Apaixonada por tattoos, tem no corpo histórias de vida. É leal aos amigos. Intolerante das falsidades. Mergulha de cabeça numa amizade. E às vezes bate com a cabeça devido à falta de profundidade. Já lhe avisei que tem de ver se tem pé antes de mergulhar. Mas o coração gigante fala mais alto e derrete-se facilmente. Faz a melhor açorda de camarão que já comi. E só por isso já valeu a pena casar com ela.

Diz que se tivesse vivido nos anos 60 talvez não tivesse sobrevivido. Sonha com Fiji. Dança Ramones e Maria Rita com o mesmo charme. Veste um vestido da Prada com a mesma pinta que veste uma t-shirt dos Black Sabbath. Ninguém vai de skate comprar um vestido de alta costura como ela. Foi experimentar e comprar o vestido de noiva sozinha. Uma self made woman. Casou de pés na areia. Comigo. E abrimos o casamento a dançar "Little Wing" do Jimi Hendrix. Hoje é minha mulher. Mãe do meu filho. Amiga incondicional nas marés baixas e nas marés altas. Hoje faz anos. Este ano não tenho vídeo. Por isso ficam alguns dos momentos que fazem dela um ícone nesta casa. Happy birthday baby. And happy wishes.






















02/12/2014

BLOGS I F#*KING LOVE: DE PARTIR O CACO



Hoje, o Blog I f#*king Love é o Caco de Mimo. Não sei quem é que o escreve. Nem sei bem do que é. Ou até sei. É de um bocadinho de tudo. Tipo uma sobremesa pijama. Sei que a autora se chama Miss Caco. É uma menina do norte parece-me. Sei lá, deve ser da pronúncia. Mas posso estar enganado. Sei também que caco quer dizer fragmento. E que em Cabo Verde, caco é um copo com pinga. Mas isso agora não interessa nada. Sei que tem um sentido de humor apuradíssimo. Conta uma história com muita graça e finais improváveis como aquela vez que um gajo não desencostava a perna da dela no autocarro. É a Sarah Silverman portuguesa, é o que é.  Gosta de comentar a actualidade como nem o Marcelo Rebelo de Sousa consegue. Tem um trabalho duro onde tem de trabalhar por vezes com alguns dos gajos mais feios deste país. É fã das Adidas Stan Smith e há quem vá parar ao blog dela ao pesquisar "coisas e cenas". Ou seja, quando o Google não tem resposta para pesquisas vagas, encaminha para ela. No meio disto tudo tem um Baby Caco e um Marido Caco. Mas atenção, aquilo não é um baby blog nem um family blog. Não se enganem. Se vão lá pelo nome fofo de Caco de Mimo, vão ver que aquilo na verdade é de partir o caco.
É clicar na foto para ver.

10/10/2014

RETRATO DE UMA FEMINISTA


Casei com uma feminista.

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Se há coisa que me deixa com os nervos em franja são generalizações. Principalmente quando elas se referem aos homens e às mulheres. Sou feminista. Não tenho qualquer pudor em dizer que sou feminista. Na escola do meu filho sabem que sou feminista. No meu trabalho sabem que sou feminista. Os amigos e amigas sabem que sou feminista. Os conhecidos e conhecidas sabem que sou feminista. Eu sempre soube que sou feminista. Uso a palavra feminista muitas vezes propositadamente. Uso-a para que de uma vez por todas ela perca a conotação negativa que tem. E como feminista luto pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres. Há uns dias li um texto intitulado de "Mãe é Mãe", onde uma senhora exponenciava o papel da mãe, passando o pai para um papel secundário. Fiquei doente! Felizmente para mim, enervo-me com estas coisas. A senhora dizia que ser pai é muito mais fácil do que ser mãe. A senhora dizia que o pai não velava o sono do bebé. A senhora dizia que o pai entrega o bebé à mãe sempre que começa a chorar. A senhora dizia que o papel do pai é muito importante, mas que mãe é mãe. 
Senti-me tão ofendida. Senti vergonha alheia. Os meus dois modelos de paternidade são inevitavelmente o meu pai e o pai do meu filho. Os pais da minha vida faziam tudo o que a senhora diz que os pais não fazem. Pasme-se. 
Mãe é tão Mãe como Pai é tão Pai! E não me venham com a história de que a gravidez e a amamentação são condições que proporcionam à partida uma relação mais próxima entre mãe e filho/a do que pai e filho/a. BullShit!!!! Nós mulheres queremos ter as mesmas oportunidades que os homens no mundo do trabalho (onde ainda hoje em Portugal as mulheres são remuneradas muito abaixo dos homens; onde ainda hoje em Portugal as mulheres não são recrutadas para um posto de trabalho porque eventualmente podem engravidar; onde ainda hoje em Portugal as mulheres acham que têm de agir como homens - seja lá o que isso for - para ascenderem a lugares de chefia). Chega caramba!! Se queremos igualdade temos de praticá-la. A igualdade só será possível quando estas mulheres que acham que "Mãe é Mãe" deixem de se fechar no seu monopólio maternal percebendo que a última coisa que faz delas mães é a biologia, a última coisa que faz de uma mãe Mãe é carregar o filho ou filha na barriga e os amamentarem. Serei eu menos mãe por ter tido uma gravidez de apenas 7 meses e ter dado de mamar uns míseros 3 meses? Não! Não mesmo! O que faz de uma mulher mãe é a relação que  constrói com os filhos e filhas, aplicando-se o mesmo aos pais. Ofendo-me. Ofendo-me quando leio estes textos e sinto uma profunda injustiça para com o meu pai e para com o pai do meu filho. Sinto que estes textos perpetuam uma parentalidade desigual. E somos nós mulheres que lhes damos voz. Nós que tanto penámos e ainda penamos por uma sociedade justa, que não olhe para nós como cidadãs de segunda, que fazemos exactamente a mesma coisa com os homens que lutam por uma sociedade que não os olhe como aves raras quando vivem a sua paternidade como uma das "tarefas" centrais da sua vida. Quase fui linchada quando num grupo de mulheres disse que não acreditava no instinto maternal. Onde é que está esse instinto quando lemos as imensas notícias de negligência, maus tratos e abandono por parte de mães para com os seus filhos e filhas. Onde? Se fosse um instinto iria sobrepor-se a tudo o resto, certo? As relações que criamos com os filhos e filhas são isso mesmo, são relações criadas, construidas, quer sejamos pai quer sejamos mãe.

Irina.

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Orgulhoso de ter uma pessoa iluminada ao meu lado e como mãe do meu filho.


02/09/2014

AGORA A SÉRIO


O outro dia surgiu em conversa noutro blog a Catarina Furtado e o trabalho que ela desenvolve fora da TV.
Tenho a sorte de conhecer a Catarina Furtado e o trabalho dela já há bastantes anos. Trabalhei com ela em alguns projectos sobre população e desenvolvimento, igualdade de género e direitos humanos.
A Catarina que conheço é uma pessoa extraordinária. Cool, de uma sensibilidade, simpatia e disponibilidade incríveis. Reflecte-se no trabalho dela. É há já alguns anos embaixadora da boa-vontade da UNFPA (Fundo das Nações Unidas para a População). E hoje fundadora e presidente da Corações com Coroa, uma associação de apoio e intervenção social, sem fins lucrativos.

Pequena história. Lembro-me que quando o meu filho nasceu e estava ainda entubado nos cuidados intensivos da MAC, a Catarina foi a primeira a vê-lo (a seguir a mim e à mãe claro). Ela estava em visita à MAC para uma reportagem e encontrámo-nos lá por acaso. Já não nos víamos há alguns anos mas ela interrompeu a reportagem para me dar um abraço e entrou para ver o Santiago. Os repórteres na altura que a acompanhavam pediram para tirar uma fotografia dela connosco junto à incubadora. Mas sempre a pessoa sensível e sentindo a minha relutância, a Catarina simpaticamente pediu aos repórteres para respeitarem a nossa privacidade, que éramos amigos. Voltou a dar-nos um abraço sentido e disse-nos que ia correr tudo bem. É esta sensibilidade e simpatia que admiro tanto nela. Sensibilidade que está patente no trabalho que ela realiza junto das pessoas e das comunidades.

Se não conhecem o trabalho da associação Corações com Coroa, tirem um tempinho para conhecer. Se nunca ouviram falar na UNFPA, tirem um tempinho para saber o que é, e o que faz. Porque ainda morrem mulheres todos os dias por complicações do parto. Ainda há casamentos forçados e precoces. Meninas forçadas a casar. Meninas a sofrerem mutilação genital. Meninas forçadas a abandonar a escola. Já é tempo de mudar isto de uma vez por todas.

Como diz a Catarina "apoiar uma mulher é apoiar uma família, uma comunidade, um país".

Nota. obrigado à Alice Frade e à Catarina Furtado pelo trabalho que desenvolveram e desenvolvem. Foi sempre um prazer e honra trabalhar convosco. Aprendi e cresci convosco. Espero sempre fazer a diferença para melhor. E passo ao meu filho o mesmo.

04/07/2014

KEEP ON PUSHIN'

Já falei uma vez sobre isto. E agora o Ricki Bedenbaugh realizou um video. Assim somos nós. Nesta família anda-se sempre para a frente. No matter what. We keep on pushin'.

09/04/2014

"IT WAS THE BEST THING THAT EVER HAPPENED TO ME"

O Dr. John Kitchin era um neurologista. Era.
Tinha uma mansão, um ferrari, dinheiro. Uma carreira de sucesso enquanto médico. Isso era antes.
Hoje é feliz.

{para quem conhece San Diego e o sul da Califórnia, é fácil perceber como se chega a uma decisão destas}



Realizado por Josh Izenberg. E uma macheia de prémios.

19/02/2014

BLOGS I F#*KING LOVE: LARGA TUDO & SALVA O QUE PUDERES



Hoje é 2 em 1. Quero vos apresentar uma das pessoas que mais me inspira e que tem dois dos blogs que mais adoro. Mas primeiro vou vos apresentar a pessoa. Foster Huntington. Era designer para a marca Ralph Lauren. Vivia em Manhattan. E largou tudo para viver numa carrinha VW. Que depois substituiu por uma carrinha Toyota. Já fez 80,000 milhas a viajar e a viver naquelas carrinhas. Pelo caminho vai acampando, surfando, fotografando e registando as suas aventuras. E publica tudo no seu blog A Restless Transplant. As fotos que ele tira pelo caminho e que também podem ser vistas aqui deixam-me sempre com vontade de largar tudo e fazer o mesmo, confesso. Quem sabe um dia mais tarde. Entretanto o Foster tem também outro projecto incrível. Um blog chamado The Burning House que ele gere ao mesmo tempo que viaja. É um blog com uma simples premissa: se a tua casa estivesse a arder, o que é que levavas contigo?. As pessoas então submetem ao blog uma única fotografia e uma lista das coisas que salvariam. É interessante ver o que cada pessoa levaria consigo e faz-nos pensar sobre aquilo que mais valorizamos e porquê. Vale muito a pena ver qualquer um destes blogs. E parabéns ao Foster pela coragem.

É clicar nas fotos que já vão ver.

18/02/2014

"VAI-SE ANDANDO"



De vez em quando deparo-me com gente que me emociona até aos ossos. É o caso do Steve Fugate. Conheci o Steve através de um realizador/surfista que sigo e por quem tenho a maior admiração que se chama Cyrus Sutton*. O Cyrus recentemente documentou a viagem de Steve Fugate. Um pai que perdeu os dois filhos e que está a caminhar há 14 anos e há mais de 50,000 km em busca de cura e paz interior. E ao mesmo tempo ajudar outros a sararem os corações partidos. Já aqui escrevi uma vez sobre o que acho que deve ser perder um filho. Mas é só o que acho. Porque nem consigo sequer imaginar. E nem quero, como aqui já disse antes. Este pai perdeu dois. Os seus únicos dois filhos. Em dois momentos diferentes da vida. Perdeu tudo portanto. Sem mais nada para perder, fez-se à estrada. A pé. Carrega a "casa" consigo. E um sinal. A dizer LOVE LIFE em letras grandes. Pelo caminho, vai partilhando a mensagem com aqueles que se cruzam com ele. É um exemplo incrível de sobrevivência. Porque é isso que eu chamo à vida depois de se perder os únicos filhos que se tem. Sobrevivência. O Steve é um sobrevivente. Que no meio da escuridão consegue ver a luz. Ficaram-me algumas das frases dele. Umas ajudam-nos a perceber o que realmente importa na vida. Outras emocionaram-me até aos ossos.

Sinceramente não sei até quando o Steve vai caminhar. Ele diz que também não sabe. Diz que só vai parar quando conseguir o que quer. Mas quando lhe perguntam o que é que ele quer, ele responde que "só sei quando o conseguir". Até lá ele vai andando. Que é o que resta fazer quando se perde os únicos filhos que se tem. Acho eu. Vai-se andando. Como ele diz, "Quando perdi o meu filho, esqueci todos os outros planos que tinha. (...) Portanto, ando."

Espero sinceramente que o Steve consiga o que quer. E que pelo caminho consiga ajudar todas as pessoas com corações partidos.
Eu, bom, eu espero não ter nunca de caminhar o caminho de Steve. Mas se eu o visse, dava-lhe um abraço. Porque tenho orgulho nele. De me fazer acreditar que afinal a humanidade não está perdida. E de perceber o ridículo que é dizermos "vai-se andando" quando nos perguntam como é que estamos. É coisa que espero nunca dizer.

"A minha fé é sarar o coração partido enquanto ele ainda bate. É o que eu quero fazer."
- Steve Fugate

Para ver o caminho do Steve é clicar aqui.


*Nota: Cyrus Sutton é um realizador incrível e um surfista notável. Um homem DIY. Ganhou um Emmy pelo documentário The Next Wave: A Tsunami Relief Story. É autor do blog regressing forward e criador do site Korduroy TV. Cruzou-se com o Steve à beira da estrada na California no ano passado, um dia depois do natal. E fez esta curta. Thanks Cyrus for sharing. 

17/01/2014

E VÃO 40


"Ah e tal o Brad Pitt fez 50 anos"... 'Tá bem. A Kate Moss fez ontem 40 anos. Para mim, ela é das mulheres com mais pinta à face da terra. De uma beleza natural incrível. Um carisma do caraças. Um estilo inconfundível de meter inveja. E fez 40 anos. É polémica sim. Diziam que era magra demais. Foi responsabilizada pelo estilo "heroin chic". Afundou-se em droga e alcóol durante uns tempos. Fotografou nua. Foi largada pelos estilistas quando a polémica com a droga estalou. Caíu na fossa. Saíu da fossa. Votada das mulheres mais sexys e influentes do mundo. Várias vezes. Fez um dos melhores pole dances que já vi no teledisco dos White Stripes. Foi fotografada pelo duo Mert Alas e Marcus Piggott para a Playboy. Mãe de uma menina. 40 anos não lhe fazem moss(a). É polémica sim. Mas eu gosto de mulheres polémicas. Como a minha mulher poderá confirmar. Low-profile não faz o meu estilo. Parabéns Kate. You are a fucking icon.